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Dicionário de Aeromodelista-ilustrado:Termos/material usado

Re: Dicionário de Aeromodelista-ilustrado:Termos/material usado

Mensagempor TemDias84 » 19 mai 2009, 07:23

Boas

Dado ter ficado sem pc uns tempos, e o motivo ser por avaria do disco rígido...
Que ainda tá, para tentar recuperar a informação contida... :roll:

Tou a tentar arranjar tudo de novo, o que tinha já adquirido, e que estava a usar para criar o dicionário, para assim o "terminar" ;)

Bem, digamos que já faltou mais!!!

Assim que tiver tudo preparado, termina-lo-ei rápido :D ;)

Para não ficarem a pensar que me esqueci ou que perdi a vontade :D :D :D
Boas aterragens :D
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Re: Dicionário de Aeromodelista-ilustrado:Termos/material usado

Mensagempor TemDias84 » 05 jun 2009, 18:27

Boas pessoal!

Já tenho tudo prontinho e o dicionário continua a ganhar forma :D

Mais umas horinhas e da minha parte ficará feito ;)

Bem... Já faltou mais!! :D :lol:
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Re: Dicionário de Aeromodelista-ilustrado:Termos/material usado

Mensagempor TemDias84 » 08 jun 2009, 14:30

Aeroplast
O aeroplast é um plástico que serve para entelar (cobrir, envolver) a fuselagem e em especial a asa do aeromodelo. O Aeroplast é uma marca nacional. O importado chamasse monokote. O importador é superior (enruga menos) que o nacional, porém é mais caro. O Aeroplast cola no aeromodelo com o calor. Para a sua aplicação utiliza-se um ferrinho de passar especial vendido nas lojas e um soprador. Na falta de um ou de outro podem ser utilizados o ferro de passar roupa e o secador de cabelos.

Acrobáticos
Modelos para fazer acrobacia, como Extra 300, Sukhoi Su-29 e outros.

Aileron
É uma peça móvel do aeromodelo. Vai presa ao borde de fuga da asa por dobradiças. Tem por finalidade fazer o aeromodelo girar para a esquerda ou para a direita (em relação ao eixo longitudinal da fuselagem). Mais próximo da fuselagem, na asa, vão os flaps (quando existem no aeromodelo) e mais distantes vão os aelerons. Quando um aeleron baixa em uma das asa o outro, na outra asa, sobe.

Alargador de hélice
O furo da hélice é normalmente menor que o eixo do motor onde ela é colocada. O alargador de hélice é um acessório que tem por fim aumentar o tamanho desse furo.

Asa alta
Aeromodelo do tipo asa alta é aquele em que a asa fica acima da fuselagem(acima do eixo longitudinal da fuselagem). Para os iniciantes recomenda-se aeromodelos do tipo asa alta.
-Para saber porquê, ver tópico, primeiras noções, secção *Aeromodelo: viewtopic.php?f=107&t=569

Asa assimétrica
A asa é assimétrica quando o perfil da parte superior da asa é diferente do perfil da parte inferior. Asa deste tipo é a asa arredondada em cima e recta na parte de baixo ou a asa mais arredondada em cima do que em baixo. Essa assimetria confere mais sustentação a asa sendo recomendada para aeromodelos mais lentos.

Asa simétrica
Na asa simétrica o perfil da parte superior é igual ao perfil da parte inferior. A simetria é utilizada por aviões e aeromodelos de alta velocidade.

BA
Abreviação de Bordo de Ataque.

Balanceador de baterias
Equipamento que iguala a tensão entre as diferentes pilhas que compões um pack de baterias, melhorando sua performance e evitando que sejam danificadas por sobrecarga ou falta de carga.

Balancin
O balancin é uma peça presa por um eixo central a fuselagem e na qual se prendem os dois cabos utilizados nos aeromodelos feitos para o voo circular.

Barriga
É a parte inferior do aeromodelo. Seu assoalho.

Bateria
O aeromodelismo envolve algumas baterias. Tem a bateria do receptor, do transmissor a do ni start (ver itens). Além dessas muita gente possui uma bateria de 12 volts na caixa de campo. Não é essas baterias grandes e pesadas de carro. É uma bateria pequena, recarregável, que pesa em torno de 4 kg e selada, ou seja, a água/ácido que fica dentro dela não tem como sair (ela é totalmente fechada). Baterias não seladas (de moto, por exemplo) são desaconselháveis na caixa de campo pois que estão constantemente transbordando o ácido corrosivo. Essa bateria na caixa de campo se presta para alimentar o painel de controle, para alimentar o starter e a bomba eléctrica. Não é um acessória indispensável pois que o starter pode ser ligado na bateria do carro (inclusive o starter pode ser dispensado), a bomba pode ser manual e o painel de controle não é um acessório indispensável.

Bateria do receptor
A bateria do receptor, como o nome diz, é a que alimenta o receptor. Tanto ela como o receptor vão dentro da fuselagem do aeromodelo. Normalmente (depende de onde estão o CG do aeromodelo) ela vai junto ao tanque de combustível (em baixo ou em cima). Ela deve estar bem presa pois que se ficar solta além de poder alterar o CG (Centro de Gravidade) a todo o momento pode acabar se desconectando do receptor, o que implica na perda do controle do aeromodelo. É interessante também que fique envolvida por panos ou espuma para evitar que receba a vibração. É uma bateria recarregável. Sobre a carga ver o item Bateria do transmissor.

Bateria do transmissor
Se localiza dentro do transmissor. Pode ser vista retirando uma tampa atrás do transmissor. Assim como a bateria do receptor é recarregável (de níquel-cadmio). Para carrega-la utiliza-se um carregador (que acompanha o rádio) ligado à tomada o qual carrega ao mesmo tempo a bateria do receptor. A carga, partindo do vermelho (quando o mostrador da carga está no vermelho) deve ser dada por 15 horas. Para carregar, as duas baterias devem estar descarregadas. Para descarregar basta deixar o rádio ligado (transmissor e receptor) até que o mostrador do transmissor entre na faixa vermelha). Nunca se deve deixar a carga se perder completamente pois que isso pode ocasionar inversão da polaridade. A carga deve ser sempre (ou quase sempre) completa em função do chamado efeito memória, ou seja, se o rádio for sempre carregado a partir de meia carga (e não da faixa vermelha) ela termina por acostumar-se a trabalhar apenas dentro daquela meia carga, reduzindo assim o tempo de utilidade da bateria.

Bateria ni start
Para dar a partida no motor a vela precisa ficar incandescente. Para isso se utiliza da bateria ni start, bateria de ignição ou ni start. Não confundir com o starter que é um aparelho ligado a uma bateria de 12 volts que tem por finalidade fazer girar a hélice. A bateria ni start é constituída por uma pequena bateria recarregável a qual vai fixada uma haste que prende na vela do motor. Depois que o motor pega (girando-se a hélice) retira-se o ni start. A partir daí são as explosões do motor no interior do cilindro que manterão a vela incandescente.

Battery Eliminator Circuit
O BEC (Battery Eliminator Circuit) ou "Circuito Eliminador de Bateria" é um componente que normalmente faz parte do "Electronic Speed Control" mas actualmente também é encontrado separados para modelos maiores.
Nos aeromodelos à explosão normalmente se usam baterias de 4,8V para alimentar o receptor e os servos, por isto receptor e servos são feitos normalmente para trabalhar com esta tensão.
Mas 4,8V em um motor eléctrico daria um rendimento muito baixo, por isto geralmente a bateria que vai ligada ao "Electronic Speed Control" para alimentar o motor tem no mínimo 7,2V, o que não serve para o receptor.
Para evitar ter que colocar uma bateria para o receptor e outra para o motor, o BEC converte os 7,2V da bateria de vôo para 5V, que são usados para alimentar receptor e servos, evitando usar uma bateria extra com esta finalidade. Por isto o nome de "Circuito Eliminador de Bateria".

BEC
Veja em Battery Eliminator Circuit.

Bequilha
O aeromodelo possui três rodas. Duas vão no trem de pouso propriamente dito que se localiza próximo ao centro de gravidade e uma que vai na bequilha. A bequilha pode ser dianteira ou traseira (convencional). A bequilha dianteira é uma haste na qual vai a roda e uma pequena alavanca. Essa alavanca se prende a um arame (pushroad) que vai engatado no mesmo servo que comanda o leme. Assim, quando esse servo movimentar o leme para a esquerda, movimentará também a roda dianteira para a esquerda. Dessa maneira, a curva feita taxiando (no solo) é realizada com a roda e com o auxílio do leme que recebe o vento do hélice. Na bequilha traseira o dispositivo é mais simples. A bequilha (um arame flexível) é presa a fuselagem e sua parte superior é enfiada dentro do leme. Assim, o movimento do leme move também a roda.

BF
Abreviação de Bordo de Fuga.

Bolha
Quando o assunto é planador, trata-se de bolhas de ar quente que se descolam do solo e sobem, podendo ajudar planadores a ganhar altitude.

Bordo de ataque
O bordo de ataque é uma vareta de balsa que vai na frente da asa. Ele, na parte que não encosta na asa, é arredondado. Lojas de modelismo costumas vender bordos de ataque em diferentes comprimentos e espessuras. Na falta de um pronto, basta pegar uma chapa de balsa, retirar dela uma vareta com o auxílio de régua e estilete, e lixar arredondado um dos lados da vareta. Fica mais fácil lixar depois que a vareta (bordo de ataque) estiver colado à asa. Para lixar com perfeição a dica é colar a lixa em uma mesa bem plana.

Bordo de fuga
Algumas pessoas e também alguns lojistas confundem borde de fuga com o aeleron da asa. O bordo de fuga é uma vareta da asa que vai colada em sua parte traseira (parte de fuga do ar). O aeleron é uma outra peça que vai presa ao bordo de fuga por dobradiças.

Bomba de combustível
A bomba de combustível serve para jogar o combustível de dentro do galão de 2 litros que fica na caixa de campo para o tanque do aeromodelo. O combustível ingressa no tanque através da mangueira que leva combustível ao carburador (para isso desprende-se a mangueira do carburador). É interessante que se coloque um filtro na mangueira alimentadora da bomba de combustível. A bomba pode ser eléctrica ou manual. Para o 1o. caso ela necessitará de uma bateria 12 volts (ver item bateria).

CA
Veja em Cianoacrilato.

Cabo de u/c
No chamado voo circular o aeromodelo é preso por dois cabos. Esses cabos são de aço. Os cabos importados são trançados.

Cabo trainer
Alguns instrutores não gostam do cabo trainer. A razão está em que não conhecem o cabo trainer. É muito melhor, muito mais seguro, muito mais tranqüilo, muito mais pedagógico dar instrução com cabo trainer do sem ele. O método tradicional, aquele em que o aluno joga desesperado o rádio para o instrutor momentos antes da queda, será, dentro em breve, e na medida em que o cabo trainer for sendo mais difundido, será abandonado. Se seu instrutor for um daqueles, teimosos, que diz preferir o método tradicional dê a ele um presente grego, dê um cabo trainer. Cabo trainer (trainer cord) é o cabo que liga o transmissor do aluno ao transmissor do instrutor. No transmissor do instrutor há um botão que enquanto fica sendo apertado pelo instrutor o comando está com o transmissor do aluno. Quando o instrutor solta esse botão, o comando, imediatamente, passa para seu próprio transmissor. O transmissor do instrutor é o único que permanece ligado (o do aluno deve ser desligado). É o cristal do transmissor do instrutor que se relaciona com o cristal do receptor, mesmo quando o comando é passado para o transmissor do aluno. Quando se engata os dois transmissores no cabo trainer a primeira coisa que se deve fazer é conferir se alguns dos comandos do transmissor do aluno não estão invertidos (exemplo: no transmissor do aluno é dado leme para a direita e no aeromodelo o leme vai para a esquerda). Quando isso acontece é necessário inverter o comando no transmissor do aluno. Para isso há um dispositivo próprio no transmissor. Uma vez chegada a direcção dos comandos é interessante, ainda, que se faça uma pré-trimagem no transmissor do aluno (a trimagem definitiva deverá ser feita em voo). O transmissor do aluno está pré-trimado quando ao se passar o controle do transmissor do instrutor para o transmissor do aluno os comandos no aeromodelo não fazem nenhum movimento. Sendo mais claro: se ao passar o comando do transmissor do instrutor para o transmissor do aluno através do botão apropriado o leme do aeromodelo se mover para a direita deve-se trimar o leme para a esquerda no transmissor do aluno. Quando na passagem do comando de um transmissor para o outro não houver nenhum movimento é porque o transmissor do aluno está pré-trimado (claro, partindo do pressuposto que já havia sido feita a pré-trimagem no transmissor do instrutor). Pré-trimagem no transmissor do instrutor é em poucas palavras colocar os trimers onde se calcula (com certeza só se saberá em voo) que nessa posição o aeromodelo voará reto e paralelo ao solo quando nenhum stick estiver sendo tocado.

Cabrar
Para cabrar puxa-se o stick da direita do transmissor em direcção ao próprio corpo. Esse comando, levantando o profundor, faz o aeromodelo subir. O comando contrário, para fazer o aeromodelo descer, é o picar.

Caixa de campo
A caixa de campo é onde se leva o material de aeromodelismo para o campo. É conveniente que possua espaço para colocar o transmissor e um bujão de combustível. Caso só possua um modelo é recomendável também alguns materiais para pequenos reparos, como adesivos Epoxy e Cianoacrilato, fita crepe, fita de embalagem transparente, durex e outras que possam ajudar a recolocar o modelo em condições de voo se houver algum pequeno acidente. Recomenda-se que seja construída de madeira não muito grossa (6 mm é o máximo) pois que já basta o peso do material que vai dentro dela.

Canopi
Cobertura transparente que protege o piloto em aviões caça, acrobáticos, etc.

Carregador
Equipamento utilizado para carregar as baterias utilizadas em aeromodelismo.

Catalisador
Também chamado de mek é um líquido utilizado para ser misturado na resina para fazê-la endurecer.

Cauda
As superfícies parecidas com asas que ficam na parte traseira do avião, são responsáveis por dar estabilidade.

Caverna
A estruturas internas da fuselagem que lhe dão sustentação são chamadas de cavernas.

Centro de gravidade
Normalmente abreviado por CG, é o ponto onde o peso do aeromodelo se concentra, que deve ser ajustado durante a montagem para deixá-lo estável em voo. Segurando-se o aeromodelo (com o tanque vazio) pelas pontas das asas o CG ideal fica no ponto correspondente a 1/4 da asa a contar do bordo de ataque, ou seja, onde a asa possui maior espessura. Para corrigir o CG muda-se a posição da bateria do receptor(para frente ou mais para trás no interior da fuselagem). Se isso não for suficiente, poderão ser alteradas as posições dos servos, do receptor e do tanque. Se isso também não trazer o CG para o local certo, a solução é a utilização de pequenos contrapesos.

Célula
É o nome dado a cada uma das "pilhas" que compõem uma bateria de aeromodelo. Recebe este nome porque "cell" em inglês pode ser traduzido como "célula" ou "pilha".

CG
Veja em Centro de Gravidade.

Chave liga-desliga
Essa chave vai presa a fuselagem. Serve para ligar e desligar a bateria do receptor. Deve ser instalada na fuselagem de forma a que não seja necessário tirar fora a asa cada vez que quiser accionar a chave.

Cianoacrilato
Normalmente abreviado como CA, é o adesivo mais utilizado para montagens em balsa, mais conhecido pela marca SuperBonder. Há diversos fabricantes de CA para modelismo, em diferentes viscosidades e com qualidade e preço melhores.

Cockpit
Cabine do piloto.

Cola bonder
Costuma-se chamar de cola bonder as colas a base de cianocrilato. É uma cola leve e rápida. Recomendada para ter no campo para fazer colagens rápidas. Se presta também para colar as estruturas dos estabilizadores (quando esses são estruturais). Como é uma cola muito dura, com pouca flexibilidade, não é recomendada para partes do aeromodelo que se sujeitam a maiores esforços, tais como dobradiças, cavernas, porta de fogo, etc. A bonder existe a de baixa, média e alta viscosidade. Quanto maior a viscosidade, mais rápida, e por consequência mais dura e mais fraca. Existe um produto chamado debonder que descola completamente essa cola. Deve-se se ter cuidada com os olhos ao manusear essa cola.

Cola epóxi
São as colas produzidas a base de epóxi. A araldite, por exemplo, é uma. Elas vêm em duas partes e são misturadas na proporção 1/1. As importadas são normalmente mais baratas. Existem aquelas que funcionam em 3 minutos até as que só soldam em três horas. Quanto mais tempo a cura mais resistente a cola. É a cola das colas no aeromodelismo. É essencial possuí-la para reparos. No campo e em casa.

Comando do aeleron
Os comandos de aelerons são cabos de aço responsáveis por transmitir o movimento do servo aos aelerons. Uma da pontas é enfiada dentro do aeleron e na outra vai um strip, ao qual vai preso um link que por sua vez se prende a um puhsroad (outro cabo de aço) o qual através de um retentor de servo ou link se prende ao servo. Esse conjunto todo, inclusive o servo, se situa na parte central da asa. Veja a sequência: servo - retentor de servo - pushroad - strip - comando do aeleron - aeleron.

Corda
Medida do Bordo de Ataque até o Bordo de fuga da asa de um avião.

Cruzeta do servo
Os servos possuem pequenas alavancas responsáveis pelo aumento da amplitude do movimento giratório. Essas alavancas de material plástico são as cruzetas.

Cowl
Cobertura do compartimento do motor (como o capo de um carro).

Cristal
Cristal de frequência é um componente do sistema de rádio-controle que determina qual será a frequência específica de seu equipamento, como se fosse o selector da estação radio de casa ou carro(radio de musica).
No caso de aeromodelismo, são usados cristais de quartzo que só trabalham em uma frequência específica, evitando instabilidades que possam atrapalhar outros modelistas e evitando ter que "sintonizar" o rádio para voar.
Tanto no "Transmissor" quanto no "Receptor" são usados cristais de frequências, de tipos diferentes, mas feitos para trabalhar na mesma frequência específica.

Decalagem
É o ângulo formato entre a linha de referência da asa e a linha de referência do estabilizador horizontal, normalmente entre 2 a 3 graus em treinadores e modelos desportivos e de zero graus em modelos acrobáticos. Quando o profundor tem incidência zero em relação à linha de referência da aeronave este ângulo é o mesmo da incidência da asa, pois é formado somente por ela. Mas quando o profundor tem algum ângulo de incidência (positivo ou negativo) em relação à linha de referência da aeronave, este ângulo é diferente e deve ser considerado nos ajustes do modelo.

Deriva
Vulgarmente chamada de leme é o estabilizador vertical do aeromodelo aonde se prende o leme.

Diedro
Diedro é o ângulo formado entre os painéis da asa esquerda e direita do avião, quando vistos de frente.

Sua função é estabilizar a aeronave, de forma que o piloto tenha que se preocupar menos para mantê-la em voo nivelado.

Normalmente modelos, planadores ou aviões motorizados treinadores têm asa alta e diedro, de forma que tenham tendência a se manter na horizontal.

Já caças e modelos acrobáticos têm asa recta, de forma que possam girar rapidamente sobre seu eixo, voar de dorso e fazer manobras mais ágeis.

Um tipo específico de diedro, chamado "poliedro" é quando há mais do que um ângulo central na asa, geralmente projectada de forma a se parecer uma elipse quando vista de frente.

Normalmente poliedro é utilizado em planadores e traz algumas vantagens aerodinâmicas ao voar em curvas suaves em térmicas, por exemplo.
diedro.gif

Dremel
É uma marca. Possui diversas ferramentas. A mais utilizada em aeromodelismo é a mini-retífica, chamada normalmente de dremel apenas. Ela possui dezenas de acessórios, puas, escariadores, lixas, lâminas de corte, etc. Ferramenta de grande utilidade para construtores. A assistência técnica da Dremel no Brasil é muito boa e está a cargo da Bosch.

DLG
Abreviação de Discus Launched Glider, ou Planador lançado como disco. Neste tipo de planador geralmente há um pino na ponta da asa, que o piloto segura e em um movimento giratório que lembra um lançamento de disco em competições de atletismo, o faz ganhar velocidade para um lançamento a uma altura maior do que se lançado como se fosse um "dardo".

Dorso
É a parte superior do aeromodelos, as "costas". Voar de dorso é voar com o aeromodelo de cabeça para baixo. O voo de dorso fica mais fácil com aeromodelos de asa simétrica. Nos aeromodelos com asa assimétrica, o stoll em dorso ocorre a uma velocidade superior daquela na posição normal.

Ducted fan
É um sistema de várias hélices de pequeno comprimento localizadas no interior da fuselagem. É com o ducted fan que os aeromodelos imitam os jatos. O ducted fan vem equipado com um motor especial para tal fim. Hoje já se fabricam turbinas para aeromodelos e, em razão disso, talvez o ducted fan esteja com os dias contados. Claro que isso depende das turbinas baixarem os preços, pois que ainda são muito caras.

Electronic Speed Control
"Electronic Speed Control" ou "Controle de Velocidade Electrónico" é um pequeno equipamento utilizado nos aeromodelos eléctricos que tem a função de controlar a potência do motor a partir do comando de acelerador.
Ele é ligado ao "Receptor", ao motor e à bateria de voo.
A designação "Electronic" é porque os equipamentos deste tipo utilizados em aeromomodelismo trabalham ligando e desligando rapidamente a alimentação do motor, controlando assim a potência enviada por "PWM". Desta forma economiza-se peso e desperdiça-se o mínimo de energia possível.
Podem ser para motores de corrente contínua (com escovas ou "brushed") ou de corrente alternada trifásicos (sem escovas ou "brushless").

Elevon
Mistura de "elevator" (profundor) e "aileron", são as superfícies de controle utilizadas em aviões sem cauda, como asas voadoras e caças como o Mirage 2000. Através de mixagem quando se cabra o modelo ambas as superfícies sobem, ao comandar aileron uma sobe e outra desce.

Empenagem
Mesmo que cauda, leva este nome por lembrar as penas de cauda dos pássaros.

Empuxo
Empuxo, de forma geral, é a força exercida por um fluído sobre um objecto. No caso dos aviões e aeromodelos, normalmente refere-se à força exercida para a frente pelo movimento do ar gerado pela hélice, turbina ou foguetes. Como via de regra a maioria dos modelos para voar bem precisam de empuxo estático de no mínimo 60% do peso total com pitch-speed no mínimo 50% acima da velocidade de stall.

Enflechamento
É quando a asa é inclinada para trás, como em aviões a jato. Em altas velocidades asas enflechadas são mais eficientes, por terem menos arrasto, o que permite maior velocidade e economia. Mas em baixas velocidades a situação se inverte.

Entelagem
Cobertura de material liso sobre a estrutura do avião, no caso dos aeromodelos geralmente é feita com filme plástico, vinil, fita adesiva, papel de seda japonês, etc.

Envergadura
Distância entre os extremos esquerdo e direito da asa de um avião ou pássaro.

Enya
É uma excelente marca de motores. É motor para deixar para os netos, dura um monte. É a marca preferida de motores dos aeromodelistas mais experientes. Dominava o mercado na década de 70 e início de 80. Actualmente, não se sabe porque, nenhum importador está representando essa marca no Brasil, o que torna não recomendável sua compra, face a dificuldade da reposição de peças.

Epoxy
Cola muito utilizada para montagem de modelos em depron, isopor e em alguns casos de balsa. É mais conhecida por uma de suas marcas, Araldite, mas em lojas de modelismo são vendidos tubos com diferentes tempos de secagem, em embalagens maiores com melhor qualidade e menor preço por volume.

ESC
Veja em "Electronic Speed Control"

Estabilizador horizontal
Também chamado apenas de estabilizador. Nele vai preso com dobradiças o profundor. Nos aeromodelos de asa simétrica, o ângulo do estabilizador em relação a asa é zero. Nos de asa assimétrica recomenda-se 1 grau positivo para compensar a tendência que tem a asa assimétrica de levantar o nariz quando o motor é acelerado. Com 1 ou 2 graus positivos em relação a asa o estabilizador baixa um pouco o nariz compensando a tendência do asa de levantá-lo. Aeromodelos que necessitam de uma trimagem picada no estabilizador estão com problemas no ângulo do estabilizador. É também o estabilizador que irá determinar a posição do motor. O motor deve ficar (para compensar o efeito torque) à 1 grau para baixo e para a direita em relação ao estabilizador.

Estabilizador vertical
É a deriva. Ver em "Deriva".

Estilete
É a ferramenta número 1 do construtor. É uma ferramenta de corte, barata e vendida em qualquer ferragem. As lâminas podem ser compradas em separado. Possui diversas utilidades. Corte de balsa, de monokote, etc.

Estol
Veja em "Stall".

Extensão de aileron
Do servo que fica na asa (servo que comanda os aelerons) sai um fio que deve entrar na tomada do receptor. Como esses fios dos servos são muito curtos, se utiliza de uma extensão (mais um pedaço de fio). É a extensão do aileron.

Ferro de monokote
É um ferro de passar roupa em miniatura. Se presta para esquentar o monokote quando o aeromodelo é entelado (o calor faz o monokote esticar).

FET
FET é a abreviação de "Field Effect Transistor" ou "Transistor de Efeito de Campo", não é algo usado diretamente pelo aeromodelista, mas faz parte do "Electronic Speed Control".
Os encontrados nos equipamentos de aeromodelismo mais especificamente são do tipo "Power MOSFET" ou "Transístor de Efeito de Campo de Semicondutor de Óxido Metálico de Potência".
A principal característica destes transístores é que ao contrário dos convencionais podem chavear grandes potências com uma corrente de controle irrisória e com perdas baixíssimas.
Os mais utilizados atualmente são pequenos, montados em SMD, têm resistência interna de cerca de 0,006ohms ou menos e conseguem chavear mais de 20A, mesmo sendo pouco maiores que uma pulga.
Ou seja, aguentam mais corrente e desperdiçam menos energia do que o o interruptor ou o plug de um aquecedor elétrico.

Filtro
O filtro de combustível é utilizado na mangueira que sai da bomba para abastecer o tanque. Recomenda-se, também, sua utilização na mangueira que leva combustível do tanque ao carburador.

Filtro da entrada de ar
Não existem para motores destinados ao aeromodelismo, ao contrário dos motores destinados ao automodelismo. Para se fazer um tem se utilizado um pequeno pedaço de meia de mulher preso por um elástico desses de prender cabelo. Para uso do aeromodelo na beira da praia ele é indispensável.

Flap
Os aeromodelos guiados por rádio 4 canais não possuem flaps. Possuem apenas aelerons. Os flaps são "aelerons" situados na asa bem junto a fuselagem. Quando são acionado ele baixam (os dois flaps - a contrário dos aelerons que acionados vai um para cima e outro para baixo). Tem por fim provocar maior sustentação e arrasto freiando o aeromodelo e tornando assim mais lenta a velocidade para a aterrisagem.

Flap/aeleron
São aeleron que atuam também como flaps. Alguns rádios podem sem programados para o sistema flap/aeleron. Ao ser acionado esse sistema através do rádio, os aelerons (ambos) baixam um pouco mas continuam também funcionando como aeleron.

Fuselagem
É o corpo do avião. Onde vai o piloto e onde se prendem as asas.

Futaba
É uma marca japonesa de rádio. Mundialmente conhecida. Um excelente rádio e com peças disponíveis no mercado brasileiro. É representada no Brasil pela Aeromodelli, uma importadora e distribuidora dirigida pelo empresário Roberto Shumbatta.

Hand launch
Lançar ou arremesar à mão. Em aeromodelismo são aviões ou planadores lançados à mão.

Hélice
As hélices são de madeira ou de plástico. As de madeira tem sido abandonados pois que quebram com mais facilidade. Boas marcas de hélices de plásticos são as importadas Master e a APC. Essas hélices vem normalmente balanceadas de fábrica. Mas é sempre bom checar com o balanceador de hélice. Hélices desbalanceadas desgastam as buchas e rolamento, além de darem menos rotação final. Há as hélices de passo invertido, utilizadas na traseira da fuselagem. Elas mandam o ar para a frente do motor. A hélice mais utilizada é a tamanho 10 x 6, visto que é a hélice apropriada para motores .40. Isso significa que ela possui 10 (o que não se sabe) de comprimento por 6 de largura. A hélice, 10 x 7, por exemplo, possui o mesmo comprimento mas uma pá mais larga. Motores dois tempos .60 utilizam a hélice 11 x 6 ou 11 x 7. Nas instruções que acompanham os motores há sempre a indicação das hélices apropriadas. Essa hélices de plástico importados são muito finas no bordo da fuga, cortantes, podem machucar, e por isso devem ser lixadas (levemente). Ao se instalar a hélice no motor o parafuso que prende a hélice deve ser bem apertado pois que se ficar meio frouxo, a hélice, com o motor ligado, poderá se soltar saindo em grande velocidade para a frente e podendo causar acidentes. Especial cuidado se deve ter com esse aperto se o motor for 4 tempos pois que esse motor dá contras violentos e que jogam longe a hélice se não estiver bem afixada. Deve-se evitar também ficar na perpendicular em relação ao eixo da hélice (no lado da hélice) pois que uma ponta pode partir (batendo no chão) e soltar com grande velocidade um pedaço. Com motores iguais ou acima de .46 deve se ter muito cuidado com a hélice. Nunca dar a partida com o dedo. Na falta de starter utiliza-se um pedaço de madeira.

HLG
HLG é abreviação de Hand Launched Glider ou Planador Lançado à Mão, ou seja, planadores que são lançados por arremesso manual, que podem ser no estilo "dardo" ou no estilo "disco" (veja em DLG), sem o auxílio de guinchos, elásticos ou outros meios mecânicos.

Horn
Pequena estrutura, normalmente triangular, que é colada a uma superfície de comando para servir como uma alavanca para fazê-la mudar de ângulo quando recebe um movimento linear.

Incidência
Ângulo de incidência é o ângulo formado entre um dos componentes aerodinâmciso de um avião e a linha de referência (eixo principal) do mesmo. Veja também Incidência de motor, incidência de asa, incidência de estabilizador.

Incidência de asa
asa É o ângulo formado entre a linha de referência da asa (que vai do extremo do bordo de ataque ao extremo do bordo de fuga, não confundir com o intradorso), e a linha de referência do avião. Quando a incidência do estabilizador horizontal é zero, geralmente este ângulo é de 2 a 3 graus em modelos treinadores ou esporte (para voar com poucos ajustes normalmente e picando levemente no dorso), e de zero graus em modelos acrobáticos (para permitir as mesmas reações de vôo tanto tanto em vôo normal quanto de dorso).

Incidência de estabilizador
A incidência de estabilizador horizontal é o ângulo formado entre a linha de referência (do extremo do bordo de ataque ao extremo do bordo de fuga) do estabilizador horizontal e a linha de referência da fuselagem. Normalmente de zero graus, pode ter valores variados para modelos com motor muito acima da asa, modelos com estabilizador com perfil sustentante, modelos de vôo livre e outros projetos específicos.

Incidência de motor
É o ângulo formado entre o eixo do motor e a linha de referência do avião. Em modelos asa alta com motor abaixo da asa (estilo Cessna 172, Piper J3 Cub, etc.) normalmente usa-se de 2 a 3 graus de incidência negativa (para baixo, ou downthrust) no motor, em alguns caso de 1 a 3 graus de incidência para a direita (ou right-thrust), com o objetivo de compensar tendência a levantar muito o nariz ou fazer curvas ao acelerar.

Indoor
Local fechado, no interior de edificações. Veja em "Voo indoor"

Inferno
Inferno é um automodelo off road escala 1/8 a combustão da marca Kyosho. É um excelente automodelo. Existem em dois modelos. O modelo MP5 mais caro é também o melhor. É um carro de ponta em competições. O pessoal costuma utilizá-lo também no asfalto (on road). Para isso basta trocar os pneus (colocar pneus de espuma) e baixar, através da regulagem, a suspensão.

JR
JR é a marca de um rádio japonês. É um excelente rádio. Está sendo importado e distribuído no Brasil pela DBM.

Kit
Chama-se kit o conjunto de peças (normalmente vem em uma caixa) necessária para a montagem de um modelo.

Lancer vac
O lancer vac é uma manobra acrobática que se faz com o avião. É uma manobra muito bonita quando bem feita. No lancer vac o aeromodelo vem subindo acelerado e de repente começa a capotar girando sobre seu eixo. Uma das saídas do lancer vac se faz através do parafuso chato (parafuso de cabeça para baixo). Para fazer o lancer vac se imprime velocidade ao aeromodelo e a seguir se faz ele subir. A seguir se aeleron para esquerda / leme para a direita / pica-se tudo e se dá todo motor. É assim o movimento nos sticks: stick da direita todo para a esquerda / stick da esquerda todo para a direita / stick da direita todo para cima (mantendo ele todo na esquerda) / stick da direita todo para cima (mantendo ele na direita. Esses movimentos, um se sucede ao outro, separados por frações de segundo.

Lastro
Peso adicionado ao avião para ajustar características de voo.

Leme
Além de se prestar para fazer uma curva mais elegante em vôo, o leme tem utilidade: para decolar, para aterrisar e para acrobacias. A corrida para pegar velocidade na decolagem é feita com o acelerador e com pequenas correções de rumo feitas com o leme. Na aterrisagem, próximo ao chão, o leme tem grande utilidade para colocar o aeromodelo no eixo da pista. Pessoas que aprendem a pilotar com o auxílio do instrutor, começam a utilizar o leme só mais ao final da aprendizagem, sendo que, existem aeromodelistas de anos que persistem sem utilizar o leme. É que as curvas podem ser feitas com os aelerons e profundor. Com os aelerons vira-se o aeromodelo para um lado, com o profundor, cabrando, ele faz a curva para esse lado. Para quem quiser aperfeiçoar o seu vôo, estabelecendo um perfeito domínio sobre o modelo, o treinamento com o leme é de importância fundamental.

Lenhar
Termo usado para indicar que o modelo caiu e virou lenha.

Lift
Corrente de ar que, ao encontrar uma encosta de montanha, é desviada para cima, onde planadores podem permanecer horas voando.

Link
Link são pequenas peças, normalmente de nylon, com jeito de boca de jacaré, colocados nos cabos pushroad com o fim de ligá-los aos strips e horns. O link vai preso em uma rosca do puhsroad e por isso, girando, ele dá mais ou menos comprimento ao pushroad, regulando, dessa forma, os comandos. Links de metal devem ser evitados. Há quem diga que dão interferência no rádio.

Lixa
A lixa para madeira é bastante utilizado em aeromodelismo. É sempre bom ter uma grossa (80) e uma fina (200).

Longarina
Espécie de "viga" responsável por sustentar as forças de tração e compressão ao longo da asa de um avião, tornando-a firme e evitando que quebre em manobras bruscas. Dependendo do tipo de construção normalmente são usados materiais como balsa, fibra de vidro, fibra de carbono ou bambú.

Looping
É uma manobra acrobática. Se faz cabrando o profundor até o aeromodelo dar uma volta completa sobre seu próprio corpo. Enquanto ele sobre se acelera. Quando ele passa a descer se tira o motor.

Mangueira de silicone
A mangueira de silicone é utilizada para conduzir o combustível no aeromodelo. O silicone, ao contrário do plástico comum, não é atacado pelo combustível.

Manicaca
Diz-se Manicaca a pessoa que não sabe pilotar direito (Brasil). Manicaca é, também, um modelo de aeromodelo.

Mesa de servo
É a mesa onde os servos são instalados dentro do aeromodelo. Os rádios vem normalmente com uma mesa de material plástico.

Mirage
É, assim como o Inferno, um automodelo off road escala 1/8 a combustão, só que da marca Thunder Tiger. É um excelente automodelo e barato também, se comparado seu preço com os demais 1/8 de escala. O pessoal costuma utilizá-lo também no asfalto (on road). Para isso basta trocar os pneus (colocar pneus de espuma) e baixar, através da regulagem, a suspensão.

Monokote
É um material plástico que se presta para entelar asas e fuselagens. O similar nacional é o aeroplast que é mais barato. O monokote é preso a fuselagem com o calor do ferro de monokote. Depois, é esticado com o calor do soprador.

Montante
O montante é uma peça presa a fuselagem na chamada porta de fogo na qual é preso o motor com o auxílio de quatro parafusos. Os montantes são normalmente feitos em um material duro de plástico. Há alguns feitos em metal. Podem ser feitos também de madeira.

Motor ABC
Anelados são os motores que possuem anéis no pistão. ABC, uma tecnologia mais recente, são os que não utilizam anéis. O motor ABC surgiu da constatação que a parte superior do cilindro dos motores esquenta mais que a parte inferior do cilindro, pois que é ali que se verificam as explosões. Esquentando mais, a parte superior se dilata mais. Assim criaram um motor que quando ele está frio, sua parte superior possui um diâmetro menor dentro de cilindro. Ao esquentar, essa parte se dilata mais que a inferior ficando do mesmo tamanho e impossibilitando (ou dificultando) assim a passagem de combustível para baixo (o que faz com que se dispense a utilização dos anéis, cuja finalidade é justamente essa, impedir que o combustível passe da parte superior do cilindro para a inferior na fresta que existe entre o pistão e a camisa).

Motor anelado
Ver Motor ABC acima.

Motor embuchado
Motor embuchado, se diz, aquele que utiliza buchas. O eixo do virabrequim, na parte anterior do motor, separa-se da carcaça através de um sistema de buchas e não de rolamentos. Essas buchas, há uns tempos atrás, costumavam dar problemas. Hoje praticamente não dão. A vantagem do rolamentado sobre as buchas está em que o rolamentado alcança uma rotação final superior ao embuchado (algo em torno de 20%), em razão de haver menos atrito no eixo do virabrequim.
Motor rolamentado
Ver "Motor embuchado".

Nacele
Estrutura onde é preso o motor, normalmente leva este nome quando o motor não é preso à frente da fuselagem.

Nariz
É a parte dianteira da fuselagem. Barcos possuem proa, aeromodelos nariz.

Nervura
As asas estruturais (tradicionais) são feitas de nervuras de balsa, as quais são enteladas por monokote ou aeroplast. Esse tipo de asa costuma ser mais leve do que asas feitas de isopor prensado por uma lâmina de madeira.

Ni start
Ver "Bateria ni start"

OS
OS é uma marca de motores para modelismo. Excelente marca. Motores muito bem elaborados e com uma tecnologia de mais de uma dezena de anos.

Outdoor
Significa basicamente "ao ar livre" em inglês. Veja em "Voo outdoor".

Painel de controle
O painel de controle é um acessório que pode ser instalado na caixa de campo. Tem por fim medir e mostrar a carga das baterias.

Pack
Pacote em inglês, é o nome que se dá a um conjunto de pilhas recarregáveis presas e soldadas entre si, já que em modelismo geralmente não se usa uma única pilha individual.

Parafuso
É uma manobra acrobática. Consistem fazer o aeromodelo descer fazendo voltas como um parafuso. Basta tirar o motor e colocar, cabrando, leme e aeleron para um mesmo lado. O chamado parafuso chato é o mesmo parafuso, só que feito de dorso. No parafuso chato, leme e aeleron ficam para sentidos opostos e profundor picado.

Parede de fogo
Parede vertical na estrutura do avião onde é preso o motor, normalmente mais reforçada que as cavernas internas.

Park Flyer
Modelo para voar no parque ou pequenos espaços até indoor (dentro de ginasios).

Passo
Passo da hélice é a distância teórica que, caso ela girasse sem empurrar o ar, ela percorreria ao dar uma volta completa. Na medida da hélice é o segundo número, por exemplo, hélice 9x7, 9 é o diâmetro, 7 o passo. Modelos mais rápidos geralmente usam hélices com passos maiores.

Pata choca
Diz-se pata choca o aeromodelo que voa como se fosse uma pata que estivesse choca, ou seja, bem devagar.

Perfil
Formato lateral da asa de um avião. Como o ar, cujo movimento sustenta o avião no ar, percorrerá o formato do perfil, é um dos principais determinantes das características de vôo do avião ou aeromodelo.

Picar
Ao contrário de cabrar, picar e fazer o aeromodelo descer. Para picar empurra-se o stick da direita para frente. Com isso o profundor baixa e o aeromodelo desce.

Pitch ou Passo
É o ângulo que um hélice, ou o ângulo reproduzido pelas pás de um helicóptero (para cima Pitch ou passo positivo, para baixo, negativo...) Nos hélices se nota nas medidas (11x7 quer dizer 11 de diâmetro e 7 de passo ou pitch), já nos helis de passo variável (qualquer heli que se possa chamar de heli) o pitch se mede em graus, e se afina o curso dos servos de forma a reproduzir os graus de inclinação recomendados pelo fabricante do heli.

Pitch-speed
Pitch-speed, ou velocidade de passo é a velocidade calculada multiplicando-se o passo da hélice pela rotação e convertendo para a medida adequada. Uma fórmula aproximada e fácil de lembrar é que o pitch-speed em Km/h é aproximadadamente a rotação (em mil rpm) multiplicada pelo passo, multiplicada por 1,5. Exemplo, hélice 10x6 a 10000rpm, o pitch-speed aproximado é 10*6*1,5, ou seja, 90Km/h. Para um modelo voar bem o pitch-speed deve ser no mínimo uns 30% acima da velocidade de cruzeiro, ou 50% acima da velocidade de estol.

Planador
Avião sem motor, que voa graças a correntes de ar quente (térmicas) ou a ventos de colina (lift).

Poliedro
Veja em "Diedro".

Ponteira
Na ponta da asa vai a ponteira. Existem ponteiras com um determinado desenho que fazem com que o stoll da ponta da asa seja posterior ao stoll no meio da asa. Isso faz com que a queda do aeromodelo conseqüente ao stoll não seja de lado mas de nariz, facilitando a recuperação do aeromodelo.

Porta de fogo
A porta de fogo, normalmente de compensado, é o pedaço de madeira dentro da fuselagem no qual se prende o montante do motor. Esse compensado não deve ser inferior a 8 mm e a cola para prender a porta de fogo na fuselagem deve ser a base de epóxi (não utilizar bonder ou cola de madeira) para que não sofra com o combustível que normalmente molha a porta de fogo.

Profundor
O profundor é a peça móvel que vai presa na parte posterior do estabilizador horizontal e tem por fim fazer com que o aeromodelo suba e desça.

Pulse Width Modulation
Pulse Width Modulation ou "Modulação por Largura de Pulso" é o método de controle de potência usado nos aeromodelos elétricos.
Consiste em ligar e desligar rapidamente o motor (normalmente de 3000 a 16000 vezes por segundo).
Para ter o mínimo de perda de potência neste processo, utilizam-se transístores especiais chamados "Power MOSFETs".

Pushroad
Os pushroads são os cabos responsáveis por transmitir oo movimento do servo ao leme, aelerons, profundor e acelerador. Os vendidos prontos possuem uma capa de plástico e dentro um cabo plástico ou de aço (a alma). Podem ser feitos com vareta de balsa a qual vão presos cabos de aço nas pontas. Os pushroads não podem fletar (dobrar) quando dado o comando. Para que isso não ocorra nos de plástico, a capa, próximo as extremidades, deve ser colada às estruturas da fuselagem. Em outras palavras, nos de plástico, a alma deve se movimentar, a capa não.

PWM
Veja em Pulse Width Modulation.

Pylon race
É uma modalidade de competição no aeromodelismo. Os aeromodelos pylon são extremamente velozes. Vence o mais rápido. Correndo ao redor de um circuito demarcado por pilões (pylon em inglês), lembrando um pouco uma regata.

R/C
Aeromodelo r/c significa aeromodelismo rádio controlado. Aeromodelismo u/c significa aeromodelismo a cabo, o de vôo circular.

Receptor
Receptor é um pequeno equipamento pesando de 5g a 50g, que vai dentro do avião ou helicóptero e recebe os sinais de rádio enviados pelo "Transmissor".
Possui uma antena, normalmente um fio flexível de 50cm a 1m, e conexões para baterias e para os "servos".

Rádio AM
É o rádio que funciona na frequência AM. Próximo de cidades pode dar interferência. Vem sendo abandona e substituído pelo FM.

Rádio FM
Rádio que funciona na frequência FM. É a frequência mais utilizada.

Rádio PCM
Rádio que funciona na frequência PCM. De todos é o menos sujeito àinterferência. Custa mais caro.

Resina
Muitos aeromodelos são construídos em fiberglass. Para consertá-los em caso de queda utiliza-se tecido e resina que se mistura com catalisador. Esse material é vendido nas casas que vendem fibra de vidro.

Retentor de roda
É uma pequena peça circular por onde entra um parafuso que firma oretentor no trem impedindo que a roda salte fora do trem de pouso.

Retentor de servo
O retentor de servo vai preso ao braço do servo e por dentro dele passa o arame do pushroad, o qual é apertado e preso dentro do retentor por um parafuso. Tem gente que ainda utiliza link junto aos servos. Não se deram conta o quanto mais prático é o retentor. Os links devem ser reservados para a outra extremidade dos pushroad.

RX
Veja em "Receptor".

Servo
Pequeno equipamento eletromecânico que vai ligado ao receptor dentro do avião, com a função de transformar os comandos eletrônicos transmitidos pelo rádio no movimento de uma pequena alavanca chamada "braço".
A esta alavanca é ligada um cabo ou vareta de comando que movimenta uma das superfícies de controle do aeromodelo. O servo vai dentro do aeromodelo. São tantos os servos quantos forem os canais do rádio. Cada canal do rádio comanda um servo. Existem diferentes modelos de servos uns com mais tração outros com menos.

Shock Flyer
Aviões perfilados para acrobacia.

Slow Flyer
A mesma coisa que Park Flyer, porém podem ser aviões maiores desde que tenham voo lento e dócil, para voar em pequenos espaços com pouco vento.

Slow Stick
Modelo de modelo slow-flyer da GWS.

Soprador
O soprador é muito parecido com um secador de cabelo. A diferença é que esquenta mais. Tem por finalidade esticar o monokote, aeroplast ou vinil por ocasião da entelagem do modelo.

Speed Control
Veja em "Electronic Speed Control".

Spiner
Peça cônica ou arredondada que recobre o cubo da hélice, melhorando a aerodinâmica e, no caso dos modelos elétricos, cobre o eixo metálico evitando danos a pessoas ou materiais em caso de pequenos acidentes. O spiner facilita, também, a colocação do starter para fazer o motor pegar. Motores .40 pedem spiner de 2" a 2" 1/4.

Stall
Stall ou "parada" é o ângulo ou velocidade mínima para que um avião consiga se manter no ar. Em velocidades muito baixas o ângulo da asa em relação ao fluxo de ar aumenta cada vez mais, até um ponto em não há mais sustentação, fazendo com que o avião caia até recuperar velocidade.

Starter
É um aparelho elétrico que faz girar um eixo na ponta do qual vai uma borracha que tem por fim sem prensada contra o spiner para fazer o motor girar. É utilizado para dar a partida no motor. Funciona com uma bateria de 12 volts. Essa bateria, se não for uma selada dentro da caixa de campo poderá ser a bateria do automóvel. O starter 90 pode ser utilizado em motores até .60. Motores maiores necessitam de um starter mais potente, o starter 180.

Stick
Modelos de avião com fuselagem fina como um palito (stick), geralmente bom treinador de voo lento ou acrobático de acordo com o objectivo do projecto.

Strip
Strip ou orelha é uma pequena peça de plástico que vai presa na alavanca que movimenta o aeleron. O link que traz o movimento do servo através do pushroad se prende a alavanca através da intermediação do strip.

Stol
Para que o aeromodelo voe ele precisa estar em uma velocidade mínima em relação ao ar (não ao chão). Se ele diminuir essa velocidade mínima, ele estola, entra em stol, ou seja, perde a sustentação em cai. O stol é aquela a reação (perda da sustentação) do aeromodelo pelo fato de ele ter voado abaixo da velocidade mínima. O piloto experiente sabe quando o aeromodelo está se aproximando da velocidade de stol, o piloto sente que o aeromodelo começa a ficar bamba, a perder o controle, os comandos já não respondem imediatamente. Após o stol o aeromodelo cai e é nessa queda que ira recuperar a velocidade e sair do stol. Se estiver muito perto do chão, quando ocorrer o stoll, poderá não haver espaço suficiente para que ele recupere a velocidade planeio. Treinamento de importância fundamental para quem quer se tornar um piloto com completo domínio do aeromodelo é o vôo em pré-stol. O aeromodelo deve ser pilotado bem lentamente, com velocidade bem pouco superior àquela que o colocará em stol. Quem só voa com muita velocidade não obtém nunca o completo domínio do aeromodelo.

Supertigre
É uma marca italiana de motores para aeromodelismo. São motores de boa qualidade e que não custam muito caros. A marca Supertigre é representada no Brasil pela importadora Aeromodelli.

Tanque
Os tanques de aeromodelismo são de plásticos. Os das marcas tradicionais vão desde 2s onças até 24 onças. Para um motor .40 utilizasse normalmente um tanque de 10 a 14 onças. São feitos em material plásticos. Possuem duas saídas onde vão fixadas as mangueiras de silicone. Uma saída é a do combustível. Uma extremidade conecta com o carburador e na outra tem o pescador dentro do tanque. Esse pescador é um pequeno peso que tem por fim pegar o combustível esteja o tanque de lado ou de cabeça para baixo (no vôo de dorso). A outra saída está mais para entrada do que para saída. Uma extremidade conecta com a descarga e outra com o interior do tanque. Estatem por finalidade levar a compressão que existe na descarga para dentro do tanque. Essa compressão ou pressão lançada no interior do tanque contribui para que o combustível seja lançado dentro do carburador.

Tecido de fibra
Utilizado para construir e consertar em fibra de vidro. É vendido por metro nas lojas especializadas em fiberglass.

Térmica
Corrente de ar quente que sai do solo, onde planadores conseguem ganhar altura mesmo sem usar motor.

Terminal de bateria
É o fio que sai da bateria do receptor e conecta o receptor.

Terminal de servo
É o fio que sai do servo e conecta o receptor.

Thunder Tiger
É uma marca de produtos de aeromodelismo e automodelismo. Kits, acessórios, motores. Representada no Brasil pela Aeromodelli.

Trainer
Diz-se aeromodelo trainer aquele que se presta para o aprendizado. É fundamental que voe lento. São as seguintes as suas característica principais: asa alta (dando auto-estabilidade), leve, asa assimétrica (reta em baixo) dando mais sustentabilidade e possibilitando um voo mais lento.

Transmissor
Transmissor ou TX é o equipamento que o aeromodelista manuseia para pilotar seu avião ou helicóptero.
Geralmente tem dois "sticks" de controle semelhantes a joysticks de videogame ou computador, chave liga-desliga, antena e vários tipos de ajustes.

Treinadores
Veja em Trainer.

Trem de pouso
O trem de pouso é o trem central. Pode ser feito em alumínio, aço ou fibra de vidro e rodas pequenas ou grandes, podendo ser feitas de vários materiais. Deve possui uma certa flexibilidade com vistas a amortizar choques.

Trem de pouso convencional
Trem de pouso do tipo utilizado em aviões mais antigos ou simples, com rodas grandes sob a asa e uma roda pequena na cauda.

Trem de pouso triciclo
Trem de pouso semelhante a um triciclo infantil, com uma roda média no nariz e um par de rodas (ou mais, em jatos comerciais) sob as asas.

Trem retrátil
Nos rádios 6 canais, o quinto e o sexto canal são destinados aos trem retrátil e aos flaps. O recolhimento do trem, além de dar uma idéia maior de realidade, é de recomendável para os aeromodelos feitos para voar em alta velocidade, pois que diminui o arrasto e dá mais estabilidade ao aeromodelo.

TX
Veja em "Transmissor".

Voo indoor
Voo realizado em lugares fechados, como ginásios, galpões, hangares, etc., normalmente com pequenos modelos elétricos de vôo lento ou com modelos 3D bastante manobráveis.

Voo outdoor
Voo realizado em locais abertos, como pistas, campos, parques, clubes, etc.

Warbirds
Aviões de guerra.

Washout
É a "torção" da asa, fazendo com que o bordo de fuga fique mais alto na ponta das asas. Se vc olhar no http://www.airliners.net uma foto de lado de um Boeing 747, por exemplo, vai ver bem claramente. Isto serve para evitar que a ponta da asa perca sustentação antes do resto da mesma (o famoso tip stall), pois faz com que a ponta da asa tenha uma incidencia menor que a raiz.

Winglet
É aquela "ponta da asa virada para cima" presente em modelos como Airbus A330, A340, Boeing 747-400, Boeing 737-800, etc. O winglet serve para diminuir o arrasto induzido pelos redemoinhos (vórtices) que se formam nas superfícies da asa. Este gerenciamento dos vórtices traz uma economia de combustível de até 5%. Nas asas voadoras enflechadas (como as Zagis) o winglet serve como deriva, não para diminuir o arrasto.

XT
Veja em Cristal.
Boas aterragens :D
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Re: Dicionário de Aeromodelista-ilustrado:Termos/material usado

Mensagempor TemDias84 » 08 jun 2009, 14:37

Boas pessoal :D

De minha parte está terminado, agora é convosco de melhorar, acrescentar e corrigir :roll: :D

E fazerem dele o que acharem melhor ;)
Boas aterragens :D
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