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RcmPortugal.com • Ver Tópico - “QUO VADIS” FEDERAÇÃO?

“QUO VADIS” FEDERAÇÃO?

“QUO VADIS” FEDERAÇÃO?

Mensagempor Taliban » 24 fev 2010, 15:45

As últimas missivas chegadas aos clubes, provenientes do organismo que tutela a modalidade são de pasmar e permitem tirar todas as ilações possíveis e imaginárias, sendo que a maioria delas, não podem ser abonatórias de boa gestão. Senão vejamos:
1 – No dia 11 de Fevereiro foi solicitado a todos os clubes, que preenchessem o modelo 27 da FPAm, de forma a informarem aquele organismo, dos resultados obtidos no estrangeiro, em competições de aeromodelismo de 2009, em que participaram associados seus.
Pergunta-se:
a) Que raio de organismo é este, que está dependente da informação prestadas pelos clubes nacionais, para obter dados relevantes desta natureza, como entidade tutelar e reguladora do aeromodelismo? Será esta a forma mais adequada para tratar deste assunto?
b) Que eu saiba, é a primeira vez que de há longo tempo atrás, semelhante pergunta é efectuada aos clubes, justificando-se pelo menos, que se tivessem esclarecido os mesmos, das razões pelas quais foi solicitada a informação, quanto mais não fosse, por uma elementar questão de educação e respeito, o que foi completamente olvidado, uma vez mais como é a regra.
2 – No dia 15 de Fevereiro os clubes receberam uma circular, explicando uma vez mais, a nova forma que permite elaborar a lista de delegados constituinte das futuras Assembleias Gerais da FPAm, percebendo-se através da missiva, que até há data, eram em elevado número, os clubes que ainda não tinham pago a quota anual (que tinha como data limite de pagamento o final de 2009, mas prorrogada excepcionalmente até 22 de Fevereiro de 2010), hipotecando por esse facto, que os clubes em falta pudessem eleger quaisquer delegados, face aos critérios vigentes. Informava-se também, que todos os aeromodelistas que não tinham licença de 2010, estavam sem seguros, situação considerada perigosa, que impediria as actividades normais, tais como participar em provas e encontros, pelo que seria pertinente enviar os pedidos das licenças, já com o relatório do exame médico realizado, com a maior urgência possível.
Pergunta-se:
a)Será que os clubes andam distraídos com os seus deveres, esquecendo-se de pagar o “dízimo” anual, ou estão mesmo, é fartinhos daquela gente, marimbando-se para a lista de delegados e preparam-se para aumentar a longa lista dos clubes que aparecem no histórico da FPAm, sem terem letras a negrito, isto é, já foram, mas de momento não são sócios activos daquele organismo? Aliás ou me engano muito ou já são a maioria, o que diz tudo sobre o divórcio mais que justificado, entre clubes versus federação.
b)Não seria justo a FPAm, ser co-responsável moral e material pelos danos provocados nalgum acidente ocorrido até uma data prudentemente e previamente definida, ao ter permitido voluntariamente, dilatar a data de requisição/renovação de licenças desportivas, alegando compreender as dificuldades dos praticantes em acederem aos exames médicos exigidos? Esta era uma questão levantada por muitos aeromodelistas, que só a 15 de Fevereiro a FPAm resolveu responder, mas lavando as mãos como Pilatos.
c)Não serão todas estas facilidades concedidas (?), consequência da efectiva constatação de uma crise sem limites, motivada pelo ínfimo número de clubes e praticantes já contabilizados, que não encostaram a barriga ao balcão e definitivamente escolheram outras opções, para continuarem a praticar a modalidade, face aos constrangimentos e a falta de estratégia manifestada pela federação, relativamente à maioria da massa de praticantes do aeromodelismo de lazer, já que no que respeita ao sector de competição, todos os constrangimentos exigidos são compreendidos e aceitáveis?
d)Apareceu há bem pouco tempo, a dar a cara num programa televisivo, um “revolucionário” insurgindo-se com a exigência dos exames médicos para a obtenção das licenças desportivas, criticando os restantes aeromodelistas por não tomarem medidas similares naquele sentido. Não caberá à FPAm defender de todas as formas possíveis e imaginárias os interesses dos seus associados? Ou fazendo jus, ao que o dito “revolucionário” afirmou desmesuradamente em tudo o que era “media” e fórum de aeromodelismo (o que não deixa de ser surpreendente, por se tratar de alguém ultra-conservador e subserviente aos poderes instituídos) regressámos ao período do PREC, onde a massa popular era quem mais ordenava? Não andará alguém a exorbitar as suas funções, (usando uma grata frase do professor Loureiro), sublevando a massa anónima dos praticantes para a revolta, quando noutras alturas em que ao dito “revolucionário” era exigido um comportamento similar, se limitou a balir, seguindo o cajado do pastor, olvidando quem justamente clamava por justiça?
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Re: “QUO VADIS” FEDERAÇÃO?

Mensagempor Taliban » 02 mar 2010, 12:17

“QUO VADIS FEDERAÇÃO”? – PARTE 2
Começo a ficar preocupado se não padecerei de um acentuado “complexo de perseguição”, ou tratar-se-á tão simplesmente de coincidências, tão raras de sucederem, tendo em linha de conta, o que nos ensina o cálculo de probabilidades, porque nos últimos tempos, sempre que abordo uma temática relacionada com a Federação, surge quase de imediato, uma circular oficial enviada aos clubes, que são autênticas respostas às questões que levantei no fórum. Sem ser alguma das alternativas acima mencionadas, só pode ser mesmo, alguma capacidade pessoal de premonição, que eu próprio desconhecia possuir, mas que vou procurar exponenciar no futuro, com vista a obter um chorudo prémio no Euromilhões. Vem tudo isto a propósito, da circular da FPAm de 27/02/2010 dirigida aos clubes, em que o presidente manifesta a sua preocupação relativamente ao problema criado, pela exigência do malfadado exame médico, para se poder obter a Licença Desportiva, elencando cronologicamente as “démarches” que pela Federação foram feitas, referindo-se também, à única iniciativa pessoal conhecida levada a cabo, no sentido de criticar a exigência do exame médico e esperar que o bom senso predomine, abolindo a sua obrigatoriedade, pelo menos para os aeromodelistas de LAZER. A circular enviada aos clubes inclui também em anexos, uma carta dirigida ao IDP, a resposta à mesma, um comentário não oficial à resposta dada pelo IDP e ainda uma resposta da Federação Italiana de Aeromodelismo a uma questão formulada pela nossa congénere, relacionada com o tema. Como poderão adivinhar a matéria é extensa e não é legítimo, que dela no seu todo, se possam fazer comentários, sem ser demasiadamente fastidioso. Propôr-me-ei a fazer comentários parcelares a alguns pontos desta matéria, alertando os eventuais interessados para solicitarem aos seus clubes, o conteúdo integral de todos estes documentos, se tiverem a curiosidade para tal, ou solicitar aos administradores deste fórum, poderem divulgá-los na íntegra em zona específica para tal, estimulando a troca de ideias entre os utentes, sobre a temática. Antes de esmiuçar o que quer que seja, elogio a nova postura federativa, que nos últimos 25 anos de tão muda e queda, se transfigurou e começa agora milagrosamente, a tornar sistemático o diálogo com os seus associados, pondo-os ao corrente das situações que são do seu interesse, pelo menos relativamente a este candente assunto do Exame Médico. Para começar, alguns trocadilhos sobre a carta.

Parte 1 – Constatações e comentários críticos a transcrições parciais, da carta enviada ao IDP pelo presidente da FPAm, datada de 04/12/09


Transcrição: … Se estas manifestações fossem de meia dúzia de pessoas, eu não estaria a incomodar V.Exª., mas o pior é que são de grande parte dos clubes, dizendo alguns que ninguém no clube quer fazer o exame e que deixam de pertencer à Federação.
Isto é uma opção que tem de se respeitar, mas que devido à quantidade faz pensar que dos perto de sessenta clubes activos passaremos a ter meia dúzia e estes, se calhar, bastante desfalcados.
Se a situação se mantiver, os vinte e cinco anos de trabalho nesta Federação serão deitados fora, mas, pior do que isso é que os ex-federados, passarão à situação de não filiados em lado nenhum e continuarão a fazer aeromodelismo selvagem à revelia de quaisquer regras, de seguros, sem acompanhamento, sem objectivos, transformando uma actividade que ia progredindo numa anarquia generalizada…

Comentários pessoais:
• Confirma-se o grande problema que este assunto originou. Acentuado número de clubes que não cumprem as suas obrigações financeiras para com a Federação e acentuado número de perdas de filiados. Lamenta-se a confissão do escriba, quando refere que não incomodaria Sua Exa., se o assunto em causa só causasse incómodos a meia dúzia de pessoas. O que move a Federação quando clama por justiça e bom senso? É a justeza, a relevância e a pertinência dos seus argumentos, ou o número de pessoas que são atingidas por essas medidas? Nem que fosse só por essa meia dúzia de pessoas, justificar-se-ia a Federação lutar por justiça. Esta posição leva a concluir-se, que o principal móbil da sua reivindicação é meramente contabilístico, o que se lamenta. A alusão ao aeromodelismo selvagem também me parece despropositada, já que a realidade nos trouxe alternativas, pelas quais optaram diversos aeromodelistas, que garantiram seguros fora da zona da influência federativa, praticando a modalidade de forma segura, acompanhada por gente qualificada e de forma organizada.

Transcrição: … Talvez V.Exª. não saiba, e muita gente não sabe e, os médicos não saberão com certeza o que se faz no aeromodelismo. Eu posso ajudar. Em 99% dos casos o aeromodelista praticante desloca-se em viatura própria para uma das pistas existentes, variando bastante o tipo de pista consoante a classe praticada, tira o seu modelo do carro, monta-o, pega no emissor com as duas mãos, liga-o, liga o receptor no modelo e experimenta o comando, garantindo que tudo está correcto, bem ligado, baterias carregadas. Assegura-se que não está ninguém na zona de descolagem acelera o motor e descola o modelo. Depois vira a cabeça para a esquerda e para a direita, seguindo o modelo com o olhar e efectuando as manobras que entende. Passados cinco a dez minutos fazem o circuito de aproximação e aterra.
Isto repete-se cinco ou seis vezes num dia de treino ou mesmo de competição…

Comentários pessoais:
• Como facilmente se depreenderá, tenta-se de forma singela, explicar a Sua Exa. o presidente do IDP, que a prática do aeromodelismo de LAZER é coisa fácil e pouco exigente do ponto de vista físico. O que se critica e se eu fosse praticante de voo circular, ficaria ofendido com o facto, de o exemplo referido, circunscrever-se exclusivamente ao rádio controlo. Então o presidente da Federação acha correcto, desdenhar a sua origem no aeromodelismo e os ainda resistentes desta vertente do aeromodelismo, que é sem sombra de dúvidas, mais exigente do ponto de vista físico e psicológico do que o rádio controlo?
• Como referi acima seria demasiado fastidioso comentar na íntegra o conteúdo da carta enviada ao IDP, que me parece muito pobre de argumentos e pouco cuidada na forma como foi estruturada. Louve-se pelo menos a virtude de como diz o Povo, “ter sido atirado o barro à parede”. Referir que é pedida na dita carta, uma reunião urgente com a direcção da FPAm, que só teve resposta a 29 de Janeiro, desencadeada por uma longa conversa prévia, tida a 26 de Janeiro.

Parte 2 – Alusões ao conteúdo da circular da FPAM de 27 de Fevereiro, enviada aos clubes

Antecedendo as datas que aludi anteriormente, dá-se nota na referida circular, da intervenção pessoal do presidente de um clube de aeromodelismo (Aerocalminhas), que escreveu para o IDP, SIC, jornais e também para a FPAm e que segundo o presidente o confessou, teve o seu apoio incondicional. Segundo o que apurámos da leitura da mesma, a pessoa em causa ficara bastante preocupado, pela diminuta presença de pilotos na prova “Tomar Air Race” realizada a 16 de Janeiro (como se este facto não fosse infelizmente a regra, no aeromodelismo competitivo nacional). Resta saber se a ordem dos contactos efectuados, foi a que consta na circular, isto é, se a FPAm não terá sido a última a ter conhecimento da iniciativa levada a cabo. Parece depreender-se da informação contida na circular, que não terá sido assim e dessa forma o promotor da intervenção individual, agiu com a “bénédiction” dos líderes federativos, agradecidos por tão poderoso, influente e desinteressado aliado. Conclui-se portanto que não terá exorbitado funções, como aconteceu com alguns beligerantes no passado recente, excomungados sem apelo nem agravo. No que respeita ao restante conteúdo constante na circular vou procurar sintetizá-la num conjunto de datas, envolvendo algumas iniciativas, a maioria delas goradas nos seus intentos.
1. Recepção a 29 de Janeiro da resposta do IDP, que se mostra completamente insensível aos argumentos apresentados pela FPAm e que deixa incrédulo o seu presidente. Neste mesmo dia a SIC no programa “Nós por Cá” inclui uma reportagem sobre esta temática, ridicularizando o rigor do exame médico face ao que é exigido na prática do aeromodelismo de Lazer.
2. Envio de nova carta a 2 de Fevereiro solicitando uma reunião para explicação da situação.
3. Telefonema do IDP marcando a reunião para 12 de Fevereiro pelas 11h. Nessa reunião estiveram presentes para além do presidente, o vice-presidente e o presidente da Assembleia Geral da FPAm, reunião que foi presidida pelo vice-presidente do IDP. Foram apresentados os pontos de vista já conhecidos e o repúdio pelos argumentos apresentados na resposta enviada pelo IDP. Foi solicitado um ofício de informação geral para poder ser enviado aos clubes e que foi aceite pelo IDP.
4. Passadas duas semanas, aguarda-se ainda pelo bendito ofício prometido.
5. Reunião com o Secretário de Estado e todas as Federações a 24 de Fevereiro, sobre outros temas, em que os representantes federativos do aeromodelismo, não tiveram ensejo para colocar este problema.
Fica por escalpelizar neste arrazoado todo, a resposta do IDP à carta enviada pela FPAm, a informação da Federação Italiana de Aeromodelismo, que contraria um argumento falacioso incluído na resposta do IDP e ainda “Comentários à resposta do IDP”, que integra talvez os aspectos mais curiosos desta trama, pela incoerência dos desabafos do presidente da FPAm versus a sua conduta enquanto mais alto dirigente da modalidade, na relação que estabelece com os seus associados. Poderá ser tema para outra abordagem futura. Não há dúvida, que a FPAm tem desenvolvido algum trabalho sobre esta temática, pois está a sentir no pêlo as suas consequências, sem resultados positivos palpáveis até há data. É interessante observar-se a dificuldade, a morosidade e a incompreensão de relacionamento entre o IDP e a Federação, fazendo lembrar a que os aeromodelistas têm com a FPAm. Até a reunião com o Secretário do Estado com a sua ordem de trabalhos rígida e pouco flexível, se assemelha às Assembleias Gerais da FPAm, em que os temas em debate e constantes na ordem de trabalhos têm de ser congeminada tanto tempo antes, não dando azo a um diálogo aberto e profícuo sobre a modalidade, que só a poderia favorecer. Este é o Portugal real e a FPAm com a conduta que a caracteriza, não pode querer “ter sol na eira e chuva no nabal”, ficando muito ofendida com a postura do IDP. A hierarquia institucional é uma realidade, por muito que doa ao professor Loureiro, que na sua prática diária, usa e abusa da mesma, exorbitando as suas prerrogativas. Agora tem de se habituar a engolir alguns sapos vivos.
Por hoje é tudo, desculpem lá qualquer coisinha!
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Re: “QUO VADIS” FEDERAÇÃO? PARTE 3

Mensagempor Taliban » 04 mar 2010, 10:53

“QUO VADIS” FEDERAÇÃO? PARTE 3
O prometido é devido. Se alguns utentes deste fórum, estiveram atentos à saga referente ao “Seguro Médico”, recordam-se, de terem ficado por esmiuçar, os seguintes documentos:
1 – Resposta do IDP à carta enviada pela FPAm
2 – Informação solicitada pela FPAm à sua congénere italiana
3 – Comentários do presidente da FPAm à resposta escrita do IDP
Vou tentar abreviar o mais possível toda esta trama, relevando, o que me parecer mais pertinente.

CARTA DO IDP versus COMENTÁRIOS DO PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO À RESPOSTA RECEBIDA

Nota: os comentários feitos pelo presidente da FPAm foram recebidos pelos clubes, mas não constituem qualquer resposta efectiva ao IDP. Tratam-se somente de desabafos (julgo eu) para o interior da Família Aeromodelística.

A resposta do IDP vem assinada por uma técnica superior, assenta em onze pontos de argumentação, segundo o pronuncio de um médico, por solicitação do presidente do IDP.

IDP - No preâmbulo da carta vem referido que o objectivo da carta da FPAm, foi questionar da obrigatoriedade da efectivação do exame médico, ou da eventualidade do mesmo poder ser de natureza diferente.
FPAm – Refere-se que a Federação sempre foi a favor do exame médico, confirmando no entanto concordar que o mesmo tivesse contornos diferentes para os federados.
1º Ponto
IDP - Relembra que a FPAm é de utilidade pública e recebeu subsídio do IDP.
FPAm – Não entende o alcance da afirmação, já que como opinião médica não revela qualquer valor.
2º Ponto
IDP - refere a legislação que suporta a necessidade do exame médico.
FPAm – Não comenta.
3º Ponto
IDP – Afirma ser este exame médico um acto de saúde pública e que existem protocolos específicos para cada modalidade desportiva.
FPAm – A Federação não sabe onde param esses protocolos? Pede informação porque desconhece da sua existência.
4º Ponto
IDP – É referido que na Europa, só Portugal e Itália, têm legislação médico-desportiva.
FPAm – Estranha que havendo tantos países com um nível elevado de desenvolvimento do aeromodelismo, só estes dois países tenham esta legislação. Como resposta a pergunta feita à Federação Italiana de Aeromodelismo, a mesma referiu, que só às suas equipas nacionais, participando em campeonatos da Europa ou Mundiais, é exigido o Exame Médico, o que contraria, o afirmado pelo IDP.

5º Ponto
IDP – Informa que existem a nível Nacional 99 especialistas de Medicina Desportiva e ainda mais 400 com pós-graduação na mesma especialidade, com competência para levar a cabo o dito exame médico.
FPAm – Lamenta não ter recebido a lista geográfica da distribuição destes técnicos de Medicina, não sabendo se algum aeromodelista que eventualmente viva no Algarve, tenha de deslocar-se a Lisboa para fazer o exame médico.
6º Ponto
IDP – Refere que o documento orientador do exame médico responsabiliza o médico, que ao fazê-lo, protege o praticante seja qual for o grau de exigência física da modalidade desportiva em causa.
FPAm – Lamenta que seja exactamente o formulário daquele documento orientador, que inibe vários médicos de diferentes zonas geográficas nacionais, a não se responsabilizarem pela sua efectivação.
7º Ponto
IDP - É afirmado que o exame médico em causa custa 15,00Euros para pessoas com menos de 35 anos, feito nos Centros de Medicina Desportiva.
FPAm – Afirma ser falaciosa esta afirmação, pois existem muitas outras despesas relacionadas com transportes e outras, pois só tem conhecimento da existência de Centros de Medicina Desportiva em Lisboa, Porto e Coimbra.
8º Ponto
IDP – Informa que a especialidade de Medicina Desportiva existe desde 1982.
FPAm – Baseado em leitura de legislação sobre o tema, põe em causa a veracidade da afirmação anterior.
9º Ponto
IDP – Argumenta-se a necessidade do exame médico para assegurar, que qualquer desportista tem saúde necessária para a prática desportiva, porque optou.
FPAm – Lamenta não ser levado em conta a especificidade de cada modalidade desportiva e o que representa cada uma, nos esforços físicos a que sujeitam os seus praticantes.
10º Ponto
IDP – Baseada em vários pontos da legislação em vigor, é referido que não é exigida especialização ou particular qualificação médica para a efectivação médico-desportiva de alguns pontos discriminados, constantes do exame médico.
FPAm – Mais uma vez se afirma, que a argumentação é falaciosa, porque grande número de médicos rejeita fazer o exame médico exigido, impedindo que os aeromodelistas os possam fazer em centros médicos, hospitais ou mesmo através de médicos particulares.
10º Ponto
IDP – Reforça-se uma vez mais as virtudes da efectivação do exame médico, mesmo nas modalidades desportivas em que o esforço físico é diminuto, pois verificam-se sempre situações de “stress” potenciadoras de eventuais acidentes cardiovasculares.
FPAm – Comenta ironicamente, a ignorância de quem proferiu a afirmação anterior. O presidente da FPAm afirma que sentiria mais “stress” a responder à carta do IDP, do que a participar numa prova de aeromodelismo.

11º Ponto
IDP – Afirma que esta temática é bem mais lata e que o principal problema prende-se com o facto de “certo tipo de federações, terem sido consideradas federações desportivas”.
FPAm – A afirmação atrás proferida é considerada ofensiva, é passado um atestado de menoridade mental à técnica do IDP que foi responsável pela mesma. Por fim é pedido ou sugerido que aquela técnica saia dos quadros do IDP por manifesta ignorância sobre a correcta definição de “Desporto”, sem antes pedir desculpas ao Comité Olímpico Português, à Confederação de Desporto, à FPAm e particularmente ao seu presidente.

ALGUNS COMENTÁRIOS PESSOAIS
1. É justificável, compreensível e louvável a maioria dos comentários, que replicam a resposta ao IDP. Discordo liminarmente da intenção de linchamento profissional da técnica do IDP. A vida democrática tem regras e não cabe ao caudilho da federação, julgar quem quer, que seja. Também haverá muitos aeromodelistas em Portugal, que há muitos e bons anos, gostariam de afastar o presidente “ad eternum” da FPAm, mas não é por essa manifestação de vontade, que o Sr. Loureiro não continua a ser, o presidente. Quanto a pedidos de desculpas pessoais que este senhor exige a outros, não teria ele de desdobrar-se, quando tantas e tão perversas “maquinações” tem cometido contra aeromodelistas, que se limitaram a dar o seu melhor, ao serviço da modalidade?
2. É surpreendente que na carta enviada ao IDP, o presidente da FPAm a determinada altura, na sua argumentação, preocupar-se com as despesas a que os aeromodelistas estão sujeitos, para efectivarem o exame médico, que lhes permite acesso à licença desportiva, mas no passado recente não teve pejo, por motivos de “lana caprina”, de ter uma postura exactamente contrária às preocupações que manifesta, quando a menos de 24h da efectivação de uma competição de F3C agendada no Norte do País, comunicou ao clube organizador, que a supra-citada competição não era oficial, porque o clube não teria cumprido um quesito exigido e tantas vezes olvidado em muitas outras organizações, marimbando-se para os pilotos e seus acompanhantes, que vindos do Algarve, Lisboa, etc., já estavam instalados em unidades hoteleiras, com despesas de transporte à cabeça, pondo em causa o clube organizador e respectivos patrocinadores, mostrando um verdadeiro desrespeito por tudo e por todos. Este é um mero exemplo de muitos que poderia aqui evocar, de alguém, que tendo dois pesos e duas medidas, não mostra as qualidades exigíveis a quem lidera a federação e não tem legitimidade para utilizar argumentos, ou sentir-se insultado, quando utiliza as mesmas armas, que critica aos outros. “Olha para o que eu digo, não ligues ao que eu faço”, diz o Povo e nunca se engana.
Espero ter dado uma pálida imagem do que de momento e de forma actualizada, este tema do “Exame Médico” para a obtenção da Licença Desportiva tem suscitado.
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